Estado mantém controle da raiva dos herbívoros com medidas de vigilâncias ativas constantes

Oferecido por ADAPEC

Referência na região Norte do Brasil, o Programa Estadual de Controle da
Raiva dos Herbívoros do Tocantins (PECRH) mantém um sistema de controle
da doença por meio de ações de vigilâncias ativas e orientação aos produtores
rurais. Este trabalho tem surtido resultados positivos sobre a zoonose no
Estado.


Considerada como uma zoonose (transmissível do animal para o homem), a
raiva causa também prejuízos econômicos aos produtores rurais com a perda
de animais, “por isso a Agencia de Defesa Agropecuária (Adapec) possui um
programa de controle da raiva estruturado, que atende os produtores em todo o
Tocantins,” destaca o presidente da Agência, Alberto Mendes da Rocha.


Entre as ações desenvolvidas pelo programa estão: investigação de focos da
doença, monitoramento e cadastramento de abrigos, captura de morcegos
hematófagos, principal transmissor da raiva, promoção de palestras e
orientações aos produtores rurais, comunidades rurais e escolas, e treinamento
de equipes de agentes de saúde que atuam na zona rural dos municípios.


Só em 2019, a Adapec atuou no controle da raiva dos herbívoros em 55
municípios do Estado, onde realizou 482 vigilâncias ativas, promovendo
orientação sobre a zoonose para mais de mil pessoas e capacitação para
outras 473 pessoas. Foram capturados 1.199 morcegos hematófagos, com
monitoramento de 92 abrigos e cadastrado de 98 novos abrigos. Houve registro
de 17 focos.


Sintomas


Segundo o responsável técnico pelo PECRH, José Emerson Cavalcante, os
produtores rurais devem ficar atentos aos sintomas da doença. “O animal que é
infectado pelo vírus rábico, transmitido pelo morcego hematófago, apresenta
alguns sintomas como isolamento do restante do rebanho, apatia, perda de
apetite, salivação abundante e dificuldade para engolir. Com a evolução da
doença, tem movimentos desordenados, tremores musculares, ranger de
dentes, decúbito lateral e morte,” esclarece.


A Agência alerta que o produtor deve evitar o contato direto com animais que
apresentam sintomatologia nervosa. Qualquer dúvida ou denúncia em relação
à defesa agropecuária, o produtor pode entrar em contato também, por meio do
Disque Defesa no 0800 63 11 22.

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